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By: Filipe Pierre Lodge
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About this listen

Falaremos de política, sociologia, antropologia, economia com abordagens científicas e materialistas aprenderemos os conceitos e teremos assuntos do dia a dia com olhar crítico evitando visões simplistas e visões reducionistas pelo senso comum. O podcast está de volta com uma nova cara e que te fará ver o mundo com um novo olhar, pegue a pipoca e sente-se no sofá porque o seu podcast favorito está no ar!Filipe Pierre Lodge Political Science Politics & Government
Episodes
  • Utilitarismo e Neoliberalismo
    Feb 9 2026

    Vivemos sob uma ideia monômia e restrita, um verniz ideológico neoliberal que sequestrou a palavra “progresso” e a reduziu a um mero balanço contábil de dinheiro, carreira e tralhas acumuladas. Veremos isso e muito mais no episódio de hoje.


    Referências: Sociedade do espetáculo ( Guy Debord)


    Ideologia Alemã (Karl Marx)


    O capital (Karl Marx)



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    17 mins
  • A Era da Ignorância Orgulhosa
    Jan 29 2026

    Vivemos em um tempo onde a opinião pessoal muitas vezes atropela o fato científico e a ignorância é vendida como liberdade. Neste episódio, mergulhamos no perigoso movimento de desvalorização do conhecimento, o eterno conflito entre fé e razão e como a subjetividade da 'sua verdade' pode estar sendo usada para nos manter no escuro. Afinal, quem ganha quando você decide parar de aprender?


    Fontes:



    A Morte da Especialidade (The Death of Expertise) – Tom Nichols (Livro fundamental sobre o ataque ao conhecimento).


    O Mundo Assombrado pelos Demônios – Carl Sagan (A bíblia do pensamento científico contra a superstição).


    A Verdade Sobre a Pós-Verdade – Lee McIntyre (Explica como a verdade se tornou subjetiva na política e ciência).


    O Conflito entre Fé e Razão – Enciclopédia de Filosofia de Stanford (Ótima referência acadêmica para o embate religião vs. ciência).


    A Estrutura das Revoluções Científicas – Thomas Kuhn (Para falar sobre a subjetividade dentro da própria ciência).


    "Crítica da Filosofia do Direito de Hegel" (especificamente na sua Introdução), publicada em 1844.


    A citação exata e o contexto:


    A frase completa é: "A religião é o ópio do povo."


    Anestesia (O Ópio): Assim como o ópio era usado na época para aliviar dores físicas, a religião é como uma forma de aliviar o sofrimento gerado pela exploração econômica. Ela oferece uma esperança de felicidade no "além", o que acaba anestesiando o desejo de revolta e mudança no mundo real.

    Suspiro da Criatura Oprimida: A religião é o "suspiro da criatura oprimida, o coração de um mundo sem coração". Ou seja, as pessoas recorrem a ela porque a realidade da vida é dura demais.


    Impedimento da Luta: O problema central é que, ao focar na vida após a morte, a religião impediria a classe trabalhadora de lutar pelas transformações materiais e sociais necessárias no presente.

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    28 mins
  • A Fraude do Perdão Universal
    Jan 12 2026


    Um mergulho na "Ética da Integridade": o episódio desafia o falso moralismo e defende que o ódio ao mal é o verdadeiro pilar da justiça, desmascarando a contradição entre dogmas religiosos de perdão universal e a realidade da indignação humana frente à atrocidade.


    Fontes e Referências Filosóficas:


    • Friedrich Nietzsche (Genealogia da Moral): O conceito de "Ressentimento" e a crítica à moralidade escrava, que transforma a fraqueza e a passividade em virtude e "santidade".

    • Hannah Arendt (Eichmann em Jerusalém): A discussão sobre a Banalidade do Mal e a necessidade de julgamento moral rigoroso em vez de uma compreensão passiva que permite a impunidade.

    •Karl Popper (O Paradoxo da Tolerância): A ideia de que a tolerância ilimitada (ou o amor/perdão indiscriminado) leva ao desaparecimento da própria tolerância se não houver firmeza contra os intolerantes e destruidores.

    •Jean-Paul Sartre (O Existencialismo é um Humanismo): A ênfase na Responsabilidade Radical, onde a moralidade é definida pelas ações concretas e pela honestidade intelectual, e não por rótulos ou dogmas pré-estabelecidos.

    •Freud (O Mal-estar da Civilização): A ideia de que seria injusto amar igualmente as pessoas, seria uma violência contra psique. Como amar um estranho como se amaria um filho? Quando se ama todos igualmente como o assassino e o estuprador, o verdadeiro amor deixa de ser valioso. O amor pelo meu filho ou amigo perde o valor.



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    17 mins
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