O colapso das ações de refrigeração líquida e a redefinição da termodinâmica dos Data Centers na CES 2026
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Colapso nas ações de refrigeração líquida expõe a nova termodinâmica dos data centers na era da IA
Depois de um ciclo de euforia, as ações de empresas ligadas à refrigeração líquida sofreram uma forte correção e o movimento revela algo maior do que um ajuste de mercado: a infraestrutura de IA está mudando as regras físicas dos data centers, mas o mercado pode ter precificado essa transição rápido demais.
A conta é simples: IA exige chips mais potentes, mais densidade por rack e consumo elétrico em escala inédita. O resultado é um gargalo estrutural: calor. Só que transformar essa necessidade em receita não acontece da noite para o dia. A implementação de refrigeração líquida é cara, complexa, exige reformas, mudança de arquitetura e adaptação operacional e o ritmo real de adoção costuma ser mais lento do que a narrativa de mercado.
🔎 O que esse colapso revela:
A refrigeração líquida segue sendo tendência mas sua adoção é gradual.
Data centers ainda tentam estender o limite do resfriamento a ar e usar soluções híbridas antes da migração total.
O mercado está reprecificando timing e previsibilidade: o problema existe, mas a monetização é mais lenta.
A economia da IA não depende só de chips depende de energia, engenharia e física aplicada.
📌 Em resumo: a queda não destrói a tese ela ajusta expectativas. Na corrida da IA, o desafio não é apenas computação: é controle térmico.
🔗 Link da matéria:
https://carbonfy.com.br/noticia/2127/o-colapso-das-acoes-de-refrigeracao-liquida-e-a-redefinicao-da-termodinamica-dos-data-centers-na-ces.html