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"O Criador Contente" o Podcast | Dicas Para Criadores e Criação de Conteúdo

"O Criador Contente" o Podcast | Dicas Para Criadores e Criação de Conteúdo

By: Marco Novo
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Summary

O melhor podcast da minha Rua (garantidamente) 😆 Se queres criar conteúdo, mas ficas a olhar para o ecrã sem saber por onde começar… relaxa, estamos juntos! Aqui, falamos de tudo o que precisas para entrar no jogo sem medo: consistência, estratégia, síndrome do impostor, ideias geniais (ou pelo menos decentes) e até aquela vozinha marota na tua cabeça que diz "mas quem sou eu para fazer isto?". Tudo com dicas práticas, uma boa dose de humor e zero promessas de sucesso instantâneo (mas, se deres o litro, nunca se sabe 👀). 🎧 Novos episódios todas as quintas para te dar aquele empurrão!

ocriadorcontente.substack.comMarco Filipe da Costa Novo
Economics
Episodes
  • Live Streaming e Marca Pessoal: A Ferramenta Que a Inteligência Artificial Não Consegue Substituir
    May 14 2026
    A Questão Que Toda a Gente Está a IgnorarHá uma pergunta que me passa pela cabeça cada vez mais: numa era em que qualquer pessoa consegue criar vídeos, artigos e até podcasts com inteligência artificial em minutos, o que é que te vai fazer diferente?Ferramentas há muitas. Conteúdo há ainda mais. Mas há uma coisa que a IA não consegue fazer — e que, na minha opinião, é o coração de qualquer marca pessoal forte: ser genuinamente humano, em tempo real, sem rede de segurança.É exactamente por isso que continuo a apostar no live streaming. E é sobre isso que quero falar-te hoje.O Problema do Conteúdo “Demasiado Polido”Pensa um momento. Quando tens acesso a ferramentas que tornam qualquer conteúdo perfeito — texto bem escrito, voz bem calibrada, vídeo sem erros — o que é que acontece a toda a gente ao mesmo tempo?Todos ficam perfeitos. E todos ficam iguais.É este o paradoxo. A busca pela perfeição cria uniformidade. E a uniformidade é o oposto da diferenciação.O live streaming quebra este ciclo de uma forma que nenhum outro formato consegue. Porque no live, o inesperado é inevitável — e é exactamente aí que a tua marca pessoal verdadeira aparece.Autenticidade Não Se ProgramaAo longo dos anos que levo a fazer live streaming, já me aconteceu de tudo:* Câmaras que pararam de funcionar a meio* Convidados com problemas técnicos* Interações do público que não foram nada agradáveis* Microfones que simplesmente decidiram ir de fériasE sabes o que é interessante? É exactamente nesses momentos que mostras quem és de verdade.Quando tens um guião e tudo corre bem, é fácil interpretares uma personagem. Mas quando aparece um troll, quando o stream congela, quando uma pergunta te apanha de surpresa — aí não há personagem que aguente. Apareces tu.E isso, paradoxalmente, é o teu maior activo.A autenticidade não se programa. Acontece. E o live streaming é o único formato que a força a aparecer de forma consistente.Vulnerabilidade: O Ingrediente Que Ninguém Quer AssumirHá uma coisa que também quero partilhar contigo, porque acho que é importante desmistificar: ser vulnerável não é fraqueza. É estratégia.O meu sotaque do norte? Já tentei suavizá-lo, com algum sucesso. Mas quem me ouve falar sabe de onde sou. E não há absolutamente nada de errado com isso.A minha gargalhada característica que aparece a qualquer pretexto? Já faz parte da marca.Não saber a resposta a uma pergunta em directo? Já aconteceu, e a resposta correcta é simples: “Neste momento não sei, vou estudar e respondo-te.” Isto não diminui autoridade — constrói-a.O que realmente diminui a credibilidade é fingir que se sabe tudo. Ou entrar em pânico quando algo corre mal — porque quem está do outro lado sente isso.Já vi uma grande referência do marketing completamente descomposta durante um live por causa de um problema técnico. E aquilo ficou. Não da melhor forma.Por isso, a primeira coisa que partilho com os oradores quando faço produção de eventos online é: relativiza. Aqui não há nada que vá pôr em perigo a humanidade.Live Streaming e Autoridade: Não Há Prova Mais ForteQuero ser directo neste ponto, porque acredito mesmo nisto:Não há melhor forma de provar conhecimento do que estar em frente a uma câmara, em tempo real, sem rede, a responder a perguntas sobre o teu tema.Nenhuma.Podes ter o melhor artigo do mundo, o PDF mais bem desenhado, o vídeo mais editado — mas nada se compara a demonstrares, ao vivo, que dominas o que dizes dominar. É uma prova pública, transparente e indesmentível de autoridade.E quando alguém te coloca uma questão que não sabes responder e tu próprio assumiste isso com naturalidade? Paradoxalmente, isso aumenta a confiança. Porque mostra que não estás a inventar.A Interacção em Tempo Real Vale Ouro — LiteralmenteHá outro aspecto do live streaming que vai muito além da marca pessoal: o feedback em tempo real é uma fonte inesgotável de ideias para conteúdo e para negócio.Quando as pessoas me colocam questões em directo, estão a dizer-me exactamente o que precisam, o que os preocupa, o que ainda não está claro. Isso é investigação de mercado gratuita, espontânea e honesta.Já me aconteceu começar um live em português e, a meio, mudar para inglês porque o público que entrou falava inglês. Fiz a mudança, fui na onda, e foi uma das sessões mais interessantes que tive.Esta flexibilidade — sair do guião quando faz sentido, responder ao que o público precisa de facto, adaptar-se ao momento — é também uma demonstração de autoridade e de uma marca pessoal segura.Proximidade: Quando o Criador Se Torna “Quase Família”Já reparaste que há criadores de conteúdo que seguimos há tanto tempo que parecem quase amigos? Que quando algo lhes acontece, sentimos isso?Isso não acontece com artigos. Não acontece com posts. Acontece com lives.A interação recorrente, ouvir a voz, ver o ...
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    23 mins
  • Estás a Criar Conteúdo Mas Não Estás a Gerar Negócio — E Aqui Está o Porquê.
    Apr 23 2026
    Estás a fazer barulho ou a fazer negócio?Deixa-me ser directo contigo logo à partida: se estás a criar conteúdo de forma consistente, mas não estás a ver resultados — não estás a atrair clientes, não estás a gerar oportunidades, não estás a fazer crescer o teu negócio — há uma hipótese muito real de que não estás verdadeiramente a criar conteúdo. Estás apenas a ocupar espaço no feed de algumas pessoas.E isso dói ouvir, eu sei. Mas é exactamente por isso que vale a pena falar sobre isto.Neste episódio d’O Criador Contente mergulhei fundo nesta questão, porque é um erro que vejo acontecer com muita frequência — e que também eu próprio já cometi. A boa notícia? Tem solução. E começa com uma palavra que uso muito: intencionalidade.O problema começa no posicionamentoA primeira pergunta que tens de te fazer é simples, mas poderosa: quando alguém vê o teu conteúdo, percebe claramente quem tu és e o que fazes?Sou jardineiro? Advogado? Especialista em moda? Criador de conteúdo para marcas de gastronomia? Se a resposta não for imediata e clara para quem te vê pela primeira vez, tens um problema de posicionamento.E atenção — o posicionamento não é só para quem quer trabalhar com marcas. É igualmente importante se és um profissional liberal, um empresário ou alguém que quer usar o conteúdo para atrair clientes directamente. O teu público precisa de perceber, rapidamente, com o que conta quando te segue.Os teus valores também fazem parte do posicionamentoIsto é algo que muitas vezes se esquece. O teu posicionamento não é só o que fazes — é também como e porquê o fazes. Os teus valores, o teu tom, a tua forma de ver o mundo.Imagina que és um criador com uma postura clara em relação à sustentabilidade ambiental. Se de repente aparece uma marca com uma pegada ecológica questionável e tu fazes o endorsement porque pagaram bem… a tua comunidade vai sentir-se traída. E tem razão para isso.A coerência entre o que dizes, o que defendes e com quem trabalhas é o que constrói — ou destrói — a confiança. E sem confiança, não há negócio.O catavento das tendências não te vai salvarJá viste acontecer com frequência. Aparece uma nova trend, toda a gente começa a publicar os avatares 3D, as dancinhas, o formato da semana, e lá vamos nós atrás.Pode gerar likes. Pode gerar comentários. Pode até gerar algum crescimento de seguidores.Mas dificilmente te vai gerar negócio.Porquê? Porque ir constantemente atrás de tendências vai precisamente contra a construção de um posicionamento sólido e de um tom reconhecível. Podes até criar um posicionamento involuntário — o de “seguidor de tendências” — mas isso não te vai ajudar a ser reconhecido como referência na tua área.E ser uma referência é o que te traz negócio.O erro do “eu, eu, eu”Outro padrão que vejo com demasiada frequência: conteúdo centrado exclusivamente em quem o cria.“Tenho empresa há X anos.”“Somos inovadores.”“Sou diferente da concorrência.”“A nossa qualidade é inigualável.”O teu futuro cliente não quer saber disso — pelo menos não assim. O que ele quer saber é: o que é que tu podes fazer por mim?Agora, atenção — isto não significa que não deves falar de ti. Significa que quando falas de ti, deve ser para ilustrar uma solução, para mostrar uma transformação, para provar que o problema que o teu cliente tem pode ser resolvido. Usar a tua experiência para exemplificar é completamente diferente de te gabar constantemente.A diferença entre um é conectar. O outro é afastar.Só conteúdo de venda? Problema garantido.Se sempre que o teu público encontra o teu conteúdo a única coisa que vê é uma promoção ou uma chamada para comprar, o algoritmo vai ignorar-te — e o público também.As pessoas, na maior parte das vezes, não estão à procura de comprar. Estão à procura de aprender, de se inspirar, de resolver um problema, de se entreter. Se o teu conteúdo só existe para vender, deixa de ser relevante. E relevância é tudo.Educa antes de venderA forma mais eficaz de criar relevância é através da educação. Em vez de dizer “esta lapiseira escreve bem, compra já”, experimenta uma abordagem diferente:* Identifica um problema com o qual o teu público se identifica* Mostra que entendes esse problema* Apresenta a solução — e aí sim, o teu produto ou serviço entra naturalmente na conversaÉ esta sequência — problema → identificação → solução — que cria confiança. E é a confiança que, com o tempo, gera vendas.Conteúdo polarizador não é conteúdo agressivoUma das coisas que também partilho neste episódio, e que pode parecer contra-intuitiva, é a importância de marcar posição.Muitas vezes tentamos ser tão inclusivos, tão neutros, tão inofensivos no nosso conteúdo que acabamos por não dizer nada. E conteúdo que não diz nada não cria nada — nem ...
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    25 mins
  • Consistência Não É Prisão: Quando e Como Mudar um Projecto de Conteúdo que Já Não Funciona
    Apr 9 2026
    Tenho um projecto que nasceu em 2018. Oito anos de episódios, centenas de convidados, uma comunidade construída tijolo a tijolo. E há umas semanas, tomei a decisão de o reformular por completo.Não foi fácil. Mas foi necessário.Se tens um projecto no qual investiste tempo, dinheiro e energia, mas sentes que algo já não bate certo — que já não tens aquele entusiasmo quando vais para o ar, que há ali um desalinhamento que não consegues ignorar — este artigo é para ti. Porque aquilo que vou partilhar contigo é precisamente o processo que eu próprio atravessei e as perguntas que me ajudaram a decidir.As três coisas que vão mudar (quer queiras, quer não)Uma das primeiras coisas que precisei de aceitar foi que tudo muda. E quando digo tudo, refiro-me a três pilares fundamentais:1. Tu mudasAo fim de alguns anos a criar conteúdo, a tua forma de estar em frente à câmara é diferente. O teu conhecimento aprofundou-se. Os teus interesses evoluíram. O que te entusiasmava há cinco anos pode já não te fazer levantar da cadeira hoje. E isso é perfeitamente normal.2. A tua comunidade mudaAs pessoas que te seguiam há seis anos podem já não estar presentes. Ou estão, mas aquilo que esperam de ti é diferente. Os gostos ficam mais sofisticados, as exigências aumentam, e isso é saudável — mas obriga-te a reavaliar se estás a servir essa audiência da melhor forma. E também chegaram outras pessoas com outras expectativas.3. Os teus objectivos mudamSe no início o teu projecto serviu para criar autoridade e rede de contactos, talvez agora precises que sirva para gerar clientes ou para te posicionar numa área mais específica. E se os objectivos mudaram mas o formato ficou igual, tens um problema.O meu caso: o The Special Marcoting Live ShowVou ser concreto contigo. O The Special Marcoting Live Show era um formato de entrevista em directo, muito abrangente — falávamos de empreendedorismo, SEO, marketing digital, redes sociais, liderança, de tudo um pouco.No seu tempo, foi extraordinário. A quantidade de pessoas que conheci por todo o mundo, os amigos que fui criando, o conhecimento que desenvolvi — não troco por nada.Mas comecei a notar dois problemas sérios:Primeiro, o desgaste com convidados. Quando fazes entrevistas em directo, o peso é enorme: encontrar convidados, fazer entrevistas prévias, preparar tudo, garantir que a pessoa consegue entrar no live. É extremamente desgastante, sobretudo quando trabalhas a solo.Segundo, a falta de foco estratégico. Sendo tão abrangente, as pessoas não sabiam se eu era estratega de marketing, especialista em liderança, expert em SEO ou produtor de live streaming. E quando tens um leque tão grande, acabas por não ser referência em nada.Consistência não pode ser uma prisão perpétuaAqui está uma verdade que demorei a interiorizar: a consistência no conteúdo tem de estar subordinada à consistência do negócio.Se o teu conteúdo não está estrategicamente alinhado com o teu negócio, a consistência não te vai servir de muito. Pelo contrário — vai-te estar a desviar ainda mais do teu objectivo.E cuidado com esta armadilha: continuar com as coisas só porque já tens um nome firmado, porque não queres “quebrar o recorde”, porque tens medo do que os outros vão pensar. “Ah, aquela pessoa nunca leva um projecto até ao fim.” Ignora isso. Antes de estar de bem com os outros, tens de estar de bem contigo e alinhado com a tua estratégia.As três opções que tens (e como escolher)Quando chegas a este ponto de reflexão, tens essencialmente três caminhos:Opção 1: Continuar com ajustesSe o formato ainda está alinhado com aquilo que pretendes, mas sentes que precisa de ar fresco, podes ajustar. Por exemplo, em vez de semanal, passar a quinzenal ou mensal. Reduzir a duração. Simplificar a produção. Mas mantém sempre a intencionalidade — pergunta-te: isto está alinhado com o meu negócio? Ainda tenho energia para isto?Opção 2: ReformularFoi isto que eu fiz. O The Special Marcoting Live Show vai deixar de ser um “show” de entrevistas abrangentes e vai passar a ser o The Special Marcoting Live — focado em live streaming e produção remota. Porquê? Porque é a área que me tem trazido mais clientes, mais rentabilidade, e onde posso ser verdadeiramente uma referência.Vou também mudar a duração (de uma hora para cerca de 25-30 minutos) e passar a fazer episódios a solo, com convidados apenas pontualmente. É menos desgastante e mais estratégico.Opção 3: TerminarSe mudaste de área, se esgotaste a temática, se o teu público simplesmente já não responde — termina. Sem drama. Vais libertar tempo, vais ter mais energia, e vais ter espaço mental para repensares o que vem a seguir. Por vezes, parar é o passo mais produtivo que podes dar.As perguntas que tens de fazer a ti próprioAntes de decidires, faz este exercício honesto. Foi o que eu fiz e recomendo-te que faças o mesmo:* Este tipo ...
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    29 mins
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