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"O Criador Contente" o Podcast

"O Criador Contente" o Podcast

By: Marco Novo
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O melhor podcast da minha Rua (garantidamente) 😆 Se queres criar conteúdo, mas ficas a olhar para o ecrã sem saber por onde começar… relaxa, estamos juntos! Aqui, falamos de tudo o que precisas para entrar no jogo sem medo: consistência, estratégia, síndrome do impostor, ideias geniais (ou pelo menos decentes) e até aquela vozinha marota na tua cabeça que diz "mas quem sou eu para fazer isto?". Tudo com dicas práticas, uma boa dose de humor e zero promessas de sucesso instantâneo (mas, se deres o litro, nunca se sabe 👀). 🎧 Novos episódios todas as quintas para te dar aquele empurrão!

ocriadorcontente.substack.comMarco Filipe da Costa Novo
Economics
Episodes
  • Curadoria de Conteúdo com IA: Estás a Criar Valor ou a Ser um Parasita?
    Feb 26 2026
    IntroduçãoA inteligência artificial veio facilitar-nos a vida em muitas coisas — e a reutilização de conteúdo é uma delas. Mas calma lá. Facilidade não significa falta de critério. Esta semana, deparei-me com algo no LinkedIn que me fez querer trazer este tema à mesa, porque acredito que é uma conversa que precisamos de ter, principalmente agora que qualquer pessoa consegue transformar um vídeo do YouTube num carrossel bonito em cinco minutos. A questão é: devemos fazê-lo sem pensar duas vezes?Neste episódio d’O Criador Contente — o podcast sem promessas para criadores sem pressas — quis falar-te sobre os perigos de basear a tua estratégia de conteúdo na reciclagem do trabalho alheio, sobre curadoria bem feita e, acima de tudo, sobre a importância de trazeres a tua visão para tudo o que publicas.O Que Aconteceu no LinkedIn Que Me Acendeu o AlertaEstava eu a dar uma vista de olhos no feed do LinkedIn quando me deparei com uma publicação de alguém que explicava, passo a passo, como criar um carrossel a partir de um vídeo do YouTube. Dava os prompts, explicava o processo com ferramentas de inteligência artificial… tudo muito bem montado.Mas houve algo que me fez disparar os alarmes: em momento algum ele dizia que o vídeo tinha de ser teu.Ou seja, a lógica era simples — vais ao YouTube, pegas num vídeo qualquer (de preferência com muitas visualizações), metes numa ferramenta de IA, corres o prompt, fazes copy-paste para o Canva e pronto. Carrossel feito. “Olha que inteligente que eu sou.”E a atribuição de créditos? Nem uma palavra.As Três Abordagens do Criador: Original, Reciclagem e CuradoriaQuero deixar-te aqui uma distinção que considero fundamental e que todo o bom criador deve conhecer:1. Conteúdo OriginalÉ o pilar de tudo. É aquele conteúdo que tu crias do zero, onde dás a cara, onde a tua voz e a tua perspetiva são o motor. No meu caso, o episódio semanal do Criador Contente é o meu conteúdo principal.2. Reciclagem do Teu Próprio ConteúdoA partir desse conteúdo principal, crio artigos de blog, nuggets de vídeo, citações, publicações para redes sociais, tweets… Fragmentos que continuam a gerar valor e que funcionam como pontos de atração para o conteúdo original. Isto é estratégia. Isto é inteligente (digo eu).3. Curadoria de ConteúdoAqui é onde a coisa se torna delicada. Curadoria é quando vais buscar conteúdos de outros criadores que, pela tua experiência e conhecimento, acreditas que vão acrescentar valor à tua comunidade. Não há nada de errado com isto — desde que seja bem feito.O Problema: Curadoria Sem Critério é ParasitismoQuando nós baseamos a nossa presença online na reutilização constante de conteúdo alheio, sem mencionar fontes, sem dar contexto e sem trazer a nossa perspetiva, parecemos — desculpa a franqueza — parasitas.E vou ser honesto contigo: isto não é novidade. Lembro-me de há uns sete anos, havia um moço que partilhava constantemente artigos do Social Media Examiner, do Content Marketing Institute e outros blogs de referência. No início, achei-o extraordinário — parecia alguém que gerava imenso valor. Mas o tempo passou e a abordagem dele continuava a ser a mesma: partilha seca, sem contexto, sem opinião, sem nada de si próprio. E sabes o que aconteceu? Nunca se posicionou verdadeiramente.Onde Fica a Tua Visão?Esta é a pergunta que te faço: quando usas um vídeo de outro criador, metes numa ferramenta de IA e publicas o resultado, onde está a tua perspectiva?A tua intervenção é mínima. A IA faz o trabalho pesado. E o que sobra és tu a colar conteúdo que não é teu, sem opinião, sem posicionamento, sem visão.E eu falo nisto com muita frequência porque acredito vivamente nisto: quando não tens uma posição clara, não crias ligações. Podes ser visto como “bonzinho”, sim. Mas não vais criar aquela conexão que faz com que alguém pense: “Eu quero trabalhar com esta pessoa.”Não estou a falar em polarizar. Não estou a falar em ser agressivo. Estou a falar em ter uma posição — as pessoas saberem que o Marco gosta de vídeo, de live streaming, de fazer as coisas de determinada maneira. Se te identificas comigo, óptimo, vamos conversar. Se não te identificas, tudo bem — sabes que não sou a melhor opção para ti. E isto é saudável para o negócio.Curadoria Estratégica vs. Reciclagem ParasitaHá uma diferença enorme entre estas duas abordagens:Curadoria Estratégica:* Citas a fonte e deixas o link para o conteúdo original* Dás contexto: “Vi este vídeo e gostei particularmente desta visão porque…”* Trazes os teus dois cêntimos para a conversa* Alinhas essa partilha com o teu negócio e posicionamentoReciclagem Parasita:* Pegas em conteúdo viral de outros criadores* Usas IA para transformar sem acrescentar nada de teu* Não mencionas a fonte* Não tens qualquer estratégia por trás — só queres likes e partilhasA diferença ...
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    24 mins
  • Queres Aplausos ou Queres Clientes? A Diferença Entre Conteúdo que Entretém e Conteúdo que Gera Negócio
    Feb 19 2026
    IntroduçãoVou ser direto contigo: queres aplausos ou queres clientes? Queres likes, partilhas e comentários, ou queres negócio a sério? Esta é a pergunta que todos os criadores de conteúdo deviam fazer a si próprios antes de publicar o que quer que seja. E olha, não há resposta errada — mas tens de saber em que jogo estás a jogar.Neste episódio do Criador Contente, decidi aprofundar uma reflexão que complementa aquilo que falámos na semana passada sobre conteúdo relacional e conteúdo transacional. Hoje, o foco é outro: como é que estruturas o teu conteúdo para que ele efetivamente gere negócio? Fica comigo porque isto pode mudar a forma como olhas para tudo o que publicas.O Grande Erro: Pensar Que Viralizar é Sinónimo de VenderVamos começar por aqui, porque isto é fundamental. Quando decides criar conteúdo orientado para o teu negócio — seja ele educacional, com dicas, tutoriais ou partilha de conhecimento — tens de aceitar uma coisa: este tipo de conteúdo não viraliza. E sabes que mais? Ainda bem!O que viraliza são “dancinhas”, coisas engraçadas, vídeos polarizadores. E geralmente, nos negócios, esse tipo de conteúdo não funciona. Tens de ser extremamente pragmático e orientado para resultados reais, não para métricas de vaidade.Performer vs. Estratégia: Em Qual Te Revês?Há uma distinção importante que quero que faças:O criador-performer está focado na estética, no entretenimento, em agradar ao maior número possível de pessoas. Os cenários são impecáveis, a aparência é polida, os temas são humorísticos. life style, ou polarizadores. Chegas ao final do conteúdo e pensas: “Gostei.” Mas não há nenhum impulso para dar o passo seguinte — nenhuma vontade de trabalhar com aquela pessoa ou comprar o que ela oferece.O criador-estratega fez o trabalho de casa. Sabe quem é o seu público, conhece as dores, as ansiedades, os problemas. E desde o primeiro segundo, cria pontos de conexão reais. Não é “olha como eu sou fantástico” — é “eu sei o que tu estás a passar e tenho uma solução para ti.”A Lógica do Know, Like, Trust Aplicada ao NegócioJá falámos várias vezes naquela dinâmica do conhecer, gostar e confiar. E quando falamos de conteúdo estratégico para negócio, esta tríade é absolutamente essencial.Quando identificas claramente o teu público e mostras que o conheces — “eu sei as que tu passas, eu já passei por isso, eu tenho uma solução” — crias uma perspectiva de empatia genuína. É uma abordagem de “tu e eu”, completamente diferente daquela lógica do performer que é “eu, eu, eu — olha a minha vida que maravilhosa é.”Não Precisas de Agradar a Toda a GenteUma das coisas que tens de entender é esta: quando a tua vontade é agradar a muita gente, possivelmente não vais agradar de forma profunda a ninguém. Quando és específico, vais afastar algumas pessoas — e ainda bem! Porque aquelas que ficam são exactamente as que interessam para o teu negócio.E aqui entra um dos grandes erros que muitos de nós cometemos (eu incluído, confesso): pensar que o mundo inteiro vai ser nosso cliente. Pergunta-te: quantas pessoas precisas, no mínimo, para tornar o teu negócio viável? Quantas para ser lucrativo? Provavelmente muito menos do que imaginas.O Poder dos Testemunhos e da Prova SocialA partir do momento em que começas a ter clientes, começas a perceber melhor os problemas deles, a descobrir soluções mais eficazes e, muitas vezes, a identificar problemas que nem sabias que existiam. É como na criação de conteúdo: é quando começas a criar que recebes feedback e percebes o que podes melhorar.E aqui entra algo que considero absolutamente crucial: os testemunhos. Curiosamente, nos últimos dois episódios do The Special Marketing Live Show, ambos os convidados falaram na importância que a prova social tem para gerar confiança.Uma coisa é seres tu a explicar como resolves os problemas — e isso é importante. Mas quando são os teus clientes a dizer como os ajudaste, como os levaste do ponto A ao ponto B, quanto dinheiro pouparam, quanto tempo ganharam, quanto lucro geraram… isso é extraordinariamente validador. Se os teus clientes estiverem dispostos a partilhar esses testemunhos, agarra essa oportunidade com unhas e dentes.Fala Com Clareza, Não Com ArrogânciaVou partilhar contigo algo que me aconteceu no início. Eu achava que, ao usar linguagem densa, palavras caras, uma abordagem sofisticada, as pessoas iam olhar para mim e pensar: “Que inteligente!” E até podiam pensar isso. Mas sabes o que acontecia? Não entendiam como é que eu as podia ajudar.Quando tens uma abordagem estratégica, tens de falar com clareza. Tens de fazer as pessoas entender que compreendes o problema delas e que consegues explicar, de forma simples e concreta, como podes ser a solução. Não caias na armadilha de querer parecer genial — isso cria afastamento.O teu ego pode ser o teu ...
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    20 mins
  • Conteúdo Relacional vs Transacional: Qual Está a Construir (Mesmo) o Teu Negócio?
    Feb 12 2026
    Vamos ser honestos: já passaste por isto. Estás ali, a olhar para o ecrã, pronto para criar mais um conteúdo e bate-te aquela dúvida assassina – “Será que vou fazer um post para vender ou vou apenas partilhar algo que crie ligação com as pessoas?”Se estás neste momento da tua vida de criador, fica aí. Porque hoje vamos dissecar esta questão de uma vez por todas. E não, não é mais um daqueles artigos cheios de teoria sem substância. É sobre o que funciona mesmo, no terreno, no dia-a-dia.O Conteúdo Chato Que Todos Detestamos (Mas Alguns Continuam a Fazer)Conheces aquela sensação?Entras numa rede social e deparas-te com aquela empresa que só publica promoções. “Compra já! Oferta limitada! Leva 2 paga 1!”É como se estivesses a passear tranquilamente pela rua e alguém te agarrasse pelo braço a cada dois passos para te tentar vender algo. Chato, não é?Pois bem. Esse é o conteúdo transacional na sua forma mais pura e aborrecida. Aquele tipo de conteúdo que grita “só queremos a tua carteira” e que nos faz clicar rapidamente no “seguinte” sem qualquer remorso.Mas aqui está a coisa: não tens que ser assim.A Abordagem Que Muda Tudo: Know, Like, TrustJá falei disto noutros episódios (e vou deixar-te os links na descrição), mas vale a pena reforçar porque é absolutamente crucial para o teu negócio.As pessoas precisam de três coisas antes de te comprarem seja o que for:* Conhecer-te (Know) - Quem és tu? O que fazes? O que representas?* Gostar de ti (Like) - Identifico-me contigo? Partilhamos valores? Tens uma vibe que me agrada?* Confiar em ti (Trust) - És competente? Vais entregar o que prometes? Posso confiar em ti o meu dinheiro?E aqui está o pulo do gato: o conteúdo relacional é o que constrói estas três pontes.Quando só publicas conteúdo transacional – aquele “compra, compra, compra” – estás a saltar todas estas etapas. É como propor casamento na primeira mensagem do Tinder. Pode resultar uma vez em mil, mas estatisticamente? És só mais um estranho desesperado.Os Dois Tipos de Conteúdo Que Tens de Dominar1. Conteúdo Transacional: O Que Gera Vendas (Quando Bem Feito)Sim, precisas de criar conteúdo transacional. As pessoas têm que saber que tens coisas para vender. Mas há formas e formas de o fazer.A forma errada:* “PROMOÇÃO! Compra já! Só hoje!”* Sem contexto, sem valor, só pressão de vendasA forma certa:* Explica o teu produto ou serviço* Para que situações serve (e para quais NÃO serve – isto é crucial!)* Que problemas resolve especificamente* Casos de uso reaisOlha, às vezes é melhor perderes uma venda agora e ganhares a confiança para sempre. Se disseres honestamente “olha, este produto não é o mais indicado para ti neste momento, mas tenho esta alternativa” – essa pessoa vai lembrar-se de ti. Vai confiar em ti. E quando chegar o momento certo, vai comprar-te.2. Conteúdo Relacional: O Que Constrói o Teu ImpérioEste é o conteúdo que constrói pontes, que cria ligação, que faz as pessoas pensarem “ena, esta pessoa percebe-me, identifica-se comigo”.Tipos de conteúdo relacional que funcionam:* Partilhas pessoais (sem oversharing, claro) - As tuas paixões, valores, coisas em comum* Conteúdo educativo - Ensina algo genuinamente útil, sem pedir nada em troca* Behind the scenes - Mostra como trabalhas, o teu processo, os bastidores* Histórias de clientes - O santo graal do conteúdo relacionalTestemunhos: A Arma Secreta Que Estás a IgnorarVou ser direto contigo: testemunhos de clientes são ouro puro. E não estou a falar daqueles testemunhos genéricos de “serviço excelente, recomendo”.Estou a falar de testemunhos que contam uma história:* Qual era o problema específico?* Como é que tu o resolveste?* Qual foi o resultado concreto?* Como foi a experiência de trabalhar contigo?Sabes por que isto é tão poderoso? Porque não és tu a dizer que és bom – são os teus clientes. E as pessoas confiam infinitamente mais noutras pessoas do que em marcas a autopromover-se.Esta semana, numa entrevista que fiz para o The Special Marketing Live Show (a versão em inglês do Criador Contente, mais focada em marketing), o meu convidado Jonathan Schussler – um fotógrafo que se tornou consultor de marketing – partilhou algo brilhante sobre isto.Falou sobre como os testemunhos servem duas funções cruciais:* Provam competência para quem está a considerar contratar-te* Dão-te feedback valioso sobre os teus pontos fortes (que podes depois reforçar noutros conteúdos)Vê aqui várias dicas poderosas sobre a criação de conteúdo e o poder dos testemunhos.A Regra de Ouro: Mistura, Não EscolhasAqui está a verdade que ninguém te diz: não é “ou conteúdo relacional ou conteúdo transacional”.É “conteúdo relacional E conteúdo transacional, na proporção certa.”Pensa assim:* O conteúdo relacional constrói a relação, gera confiança, acumula pontos contigo* O conteúdo ...
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    25 mins
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