• ‘Caso Master: contrato e visitas a Vorcaro existiram, diálogos ocorreram’ | Estadão Analisa
    Mar 10 2026

    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 10, Carlos Andreazza fala sobre o Caso Master, e os desdobramentos das investigações.

    O ‘Estadão’ ouviu especialistas que atuam em alguns dos maiores escritórios do País e a avaliação é de que o Barci de Moraes Advogados cobrou preços muito acima dos praticados no mercado.

    No Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE) protocolou requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as condutas dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no escândalo do Banco Master.

    São necessários 27 apoiamentos para protocolar o texto e foram obtidas 35 assinaturas.

    O senador e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro trocaram ataques em publicações nas redes sociais na tarde desta segunda-feira, 9, em divergências pela criação da CPI.

    O programa diário traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante

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  • Master e a questão fundamental: por que Moraes tratava com Vorcaro? | Estadão Analisa
    Mar 9 2026

    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre o caso Master e as possíveis relações entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, o ministro do STF nega contatos, mas falas da esposa de Moraes, que enfraquecem a versão do próprio marido, que alega que os prints dos textos enviados pelo banqueiro a seus interlocutores foram armazenados em pastas junto com os contatos das pessoas que os receberam e, depois, entregues à CPI do INSS.

    Uma reportagem do Estadão mostra como funciona a investigação da organização das pastas com arquivos encontrados no celular do banqueiro Daniel Vorcaro.

    Segundo apuração, o aplicativo segue uma lógica de programação considerada básica na engenharia de dados e que foi aplicada no desenvolvimento do programa criado pela própria Polícia Federal há mais de dez anos para processamento e análise de dados extraídos de dispositivos eletrônicos, colocando ainda mais dúvidas sobre o assunto.

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  • Start #419 com Daniel Gonzales: do acesso à integração - biometria, segurança e IA nos serviços públicos
    Mar 7 2026

    O Brasil vem avançando rapidamente na digitalização dos serviços públicos, e o portal Gov.br se tornou a principal porta de entrada do cidadão para acessar serviços do Estado. A plataforma já reúne milhares de serviços e milhões de usuários, mas também avança diante de novos desafios, como ampliar a integração com estados e municípios, garantir segurança digital e melhorias no uso de tecnologias como inteligência artificial e biometria. No Start Eldorado desta semana, falamos sobre os próximos passos da estratégia de governo digital no País com Rogério Mascarenhas, secretário de Governo Digital do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. Apresentado por Daniel Gonzales, o Start Eldorado vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.

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  • Caso Master: O que Vorcaro quis que Moraes bloqueasse no dia em que seria preso | Estadão Analisa
    Mar 6 2026

    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 6, Carlos Andreazza comenta sobre as trocas de mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro do STF Alexandre de Moraes. O ministro já estava envolvido no caso Master após a revelação de um contrato de R$ 130 milhões entre o banco e o escritório da família de Moraes, mas as novas mensagens intensificam a percepção de proximidade entre ele e o banqueiro.

    As conversas foram reveladas pela jornalista Malu Gaspar e mostram que, horas antes de ser preso pela primeira vez, em novembro, Vorcaro perguntou a Moraes: “Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?”. Essas mensagens levantam mais dúvidas sobre o envolvimento do ministro e a necessidade de afastamento dele do caso.

    A terceira fase da Operação Compliance Zero prendeu Daniel Vorcaro e foi a primeira ação autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça depois que assumiu a relatoria do caso.

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  • Caso Master: Vorcaro miliciano não tinha apenas sicários no bolso | Estadão Analisa
    Mar 5 2026

    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 5, Carlos Andreazza comenta sobre a terceira fase da Operação Compliance Zero que prendeu Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Essa foi a primeira ação autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça depois que assumiu a relatoria do caso.

    Ele foi preso em sua residência em São Paulo, no início da manhã da quarta-feira, 4, e encaminhado à Superintendência da PF na capital paulista. Também houve outros três mandados de prisão e 15 mandados de busca e apreensão.

    Além disso, Andreazza fala sobre outra prisão, a de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário” de Daniel Vorcaro, que acabou se suicidando enquanto estava sob custódia dos federais na Superintendência Regional do órgão em Minas Gerais, segundo informação divulgada pela própria corporação no Estado.

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  • Caso Master: Gilmar Mendes quer o aval público dos pares à blindagem do STF | Estadão Analisa
    Mar 4 2026

    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 4, Carlos Andreazza comenta sobre o recurso do Senado contra a decisão do ministro Gilmar Mendes, que anulou a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático (de mensagens de telefone e e-mails) da empresa Maridt Participações, que pertence ao ministro Dias Toffoli e seus irmãos.

    Senadores da oposição e integrantes da CPI do Crime Organizado criticaram a decisão do ministro Gilmar Mendes e afirmaram que se tratou de uma ação “corporativista”, “uma pedrada na instituição” e uma “interferência indevida”.

    Já Carlos Andreazza avalia que o próprio ministro deve recorrer no Supremo Tribunal Federal, com grande probabilidade de ter a decisão chancelada pelos outros ministros, reafirmando seu poder e blindando a Corte.

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  • Caso Master e CPI do INSS: Dias Toffoli e Lulinha explicam momento ruim para Lula | Estadão Analisa
    Mar 3 2026

    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 3, Carlos Andreazza comenta as últimas pesquisas eleitorais, que apontam um empate técnico, com cenário mais favorável ao senador Flávio Bolsonaro (PL) do que ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). É a primeira vez que esse resultado aparece nessa pesquisa em relação à primeira etapa do pleito.

    O levantamento do instituto Paraná Pesquisas mostrou no segundo turno, Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula, com 44,4% a 43,8%. Tecnicamente, eles seguem empatados por causa da margem de erro, como já havia ocorrido nas últimas rodadas da pesquisa.

    O colunista analisa os fatores que levam Lula a perder apoio em ano eleitoral, como os novos desdobramentos do caso Master, a CPI do INSS e o envolvimento de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, nas investigações. Também aborda os motivos do crescimento do apoio a Flávio Bolsonaro.

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  • Caso Master: Operação abafa no STF chamou Gilmar Mendes - e Gilmar Mendes veio | Estadão Analisa
    Mar 2 2026

    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 2, Carlos Andreazza comenta a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes de anular a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa Maridt Participações, que pertence ao ministro Dias Toffoli e seus irmãos.

    Na decisão, Gilmar Mendes afirma que houve desvio de finalidade e abuso de poder na decisão, por se tratar de “circunstâncias desconexas ou alheias ao ato de instauração” da CPI.

    Andreazza ainda fala sobre as manifestações realizadas neste domingo, 1.º, que defenderam a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso pela trama golpista, e fizeram críticas ao governo federal e aos ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

    E também comenta as menções a um dos filhos do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nas investigação sobre desvios de aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, disse que ele nunca teve relação com o INSS e classificou as referências como “ilações”.

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