BANDIDO: o disco que transformou Ney Matogrosso
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Em 1976, em pleno regime militar, Ney Matogrosso lançou um dos discos mais ousados da música brasileira: Bandido.Depois do sucesso explosivo com os Secos & Molhados, Ney decidiu seguir um caminho próprio. Seu primeiro álbum solo, Água do Céu – Pássaro, mostrou um artista radical, experimental e disposto a desafiar qualquer expectativa. Mas é com Bandido que ele encontra o equilíbrio entre provocação artística e comunicação com o grande público.O disco mistura rock, bolero, samba, blues e latinidades, criando um repertório diverso que ajudou a consolidar definitivamente a identidade de Ney Matogrosso como artista solo. Mais do que um álbum, Bandido apresentou ao Brasil um personagem novo: sensual, teatral, provocador e absolutamente livre.No repertório aparecem composições de Rita Lee, Gilberto Gil, Chico Buarque, Augusto Boal, Odair José, João Silva e Caboclinho, além de releituras inesperadas que mostram a liberdade estética de Ney na escolha das músicas.Entre as faixas analisadas neste vídeo estão:• Bandido Corazón• Gaivota• Mulheres de Atenas• Aqui e Agora• Trepa no Coqueiro• Para Não Morrer de TristezaTambém falamos sobre:• o momento político do Brasil nos anos 70• a transição de Ney após os Secos & Molhados• a construção do personagem “bandido” no palco• a estética visual e a capa do disco• o impacto cultural desse álbum na carreira do artistaBandido não foi apenas um disco. Foi o momento em que Ney Matogrosso assumiu definitivamente a liberdade como linguagem artística.