A Força no Corpo da Mulher cover art

A Força no Corpo da Mulher

A Força no Corpo da Mulher

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O que acontece quando uma mulher deixa de apenas existir… e começa a viver?

Lúcia tinha tudo — trabalho, apartamento, amigos, família. Mas por dentro, havia um vazio silencioso. Não tristeza — ausência. Sua chama estava escondida sob responsabilidades, memórias dolorosas e anos de esquecimento de si mesma. Até que, certa manhã, diante do espelho, ela não viu olheiras — viu um brilho. Pequeno, quase tímido. Mas vivo.

E naquele dia ela disse a frase que poucas mulheres ousam pronunciar: “Eu quero de volta a mim mesma.”

Não começou com um homem. Começou com um batom. Com um vestido guardado “para ocasiões especiais”. Com o balançar natural dos quadris, como se o corpo recordasse a feminilidade. A presença. A beleza.

A transformação de Lúcia não foi barulhenta — foi íntima. Ela aprendeu a tocar o próprio corpo sem julgamento. A acariciar a barriga não para diminuí-la, mas para aceitá-la. A sentir a pele no banho com atenção, com afeto. Descobriu que sensualidade não é performance — é consciência. É a mulher escolhendo a si mesma antes de esperar ser escolhida.

E então surgiu Adrian — não como salvador, mas como espelho. Ele apareceu quando Lúcia estava pronta para ser vista. “Você irradia algo novo”, ele disse. “Confiança. Suavidade. Feminilidade.” A conexão cresceu devagar, bonita — como fogo acendendo sem pressa. Desejo sem urgência. Aproximação sem medo.

Até a noite em que Lúcia se permitiu o prazer como direito, não como prêmio. Não precisou de um corpo perfeito. Precisou apenas de um toque mais gentil — o seu próprio.

Entre respiração, presença, afeto, tensão e descoberta, Lúcia despertou uma verdade adormecida:

Uma mulher não precisa ser perfeita para ser desejável. Ela precisa enxergar-se, sentir-se, escolher-se.

Depois disso, ela caminhava diferente. Não porque o corpo mudou, mas porque a relação com ele mudou.

E suas afirmações floresceram dentro dela:

Sou bela. Sou sensual. Sou digna de prazer. Sou mulher — e este é o meu poder.

A Mulher que Retornou a Si Mesma é uma jornada sensível, sensual e profundamente transformadora do reencontro feminino. Um lembrete de que sexualidade não se ganha — se reconquista.

Para todas as mulheres que já apagaram sua luz. Para todas as que decidiram reacendê-la.

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